12 de outubro de 2011

Vídeo

O vídeo é uma fonte de informação que está cada vez mais presente no processo de aprendizagem. Segundo Eggert e Martins (1996): “a imagem é um instrumento de mensagem persuasivo com alto poder de penetração nas diferentes atividades neste final de século”.
O vídeo também pode ser utilizado como entretenimento, treinamentos de colaboradores, registros pessoais e institucionais. A partir da exibição de um vídeo é possível proporcionar ao expectador a construção do conhecimento de maneira ímpar. Moran (1995, p.), exemplifica as características peculiares do vídeo:

O vídeo parte do concreto, do visível, do imediato, próximo, que toca todos os sentidos. Mexe com o corpo, com a pele -nos toca e "tocamos" os outros, estão ao nosso alcance através dos recortes visuais, do close, do som estéreo envolvente. Pelo vídeo sentimos, experienciamos sensorialmente o outro, o mundo, nós mesmos.


Ao assistir a um vídeo cada indivíduo faz a sua própria leitura, apesar do conteúdo ser o mesmo para todos os expectadores. Uma imagem, o som que acompanha uma informação nova, todos estes elementos contribuem para a interpretação única que cada indivíduo faz do que acabou de assistir.
Além disso, o vídeo possibilita o enriquecimento dos acervos e amplia o acesso dos usuários a este tipo de material. Vergueiro (2010, p. 37) exemplifica:

 [. . .] algumas áreas dos acervos são enriquecidas pela inclusão me materiais em vídeo. [. . .] gravações de partidas de futebol, em esportes; de peças teatrais ou versões cinematográficas de romances, em literatura; e de apresentações de orquestras ou óperas, na área de música”. Deste modo, o usuário terá ampliado seu acesso a materiais informacionais, complementando sua pesquisa (ou seu lazer) por intermédio de vários meios de comunicação.


 Com a internet, o acesso aos vídeos tornou-se mais facilitado, pois a partir de uma simples busca com palavras-chaves já é possível localizar inúmeros vídeos de nosso interesse. Outra facilidade da internet é proporcionar através o compartilhamento destes vídeos através das redes sociais acadêmicas. Sendo assim, o vídeo ocupa um lugar de destaque, como fonte de informação, pois possui qualidades ímpares e pode ser utilizado tanto através do acesso físico quanto no virtual.

REFERÊNCIAS

EGGERT, Gisela; MARTINS, Maria Emília Ganzarolli. Bibliotecário. Quem é? O que faz?, Revista ACB: biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v.1, n.1, p.45-48, 1996. Disponível em: <http://revista.acbsc.org.br/index.php/racb/article/view/310/351>. Acesso em 12 out.2011.

MORAN, José Manuel. O vídeo na sala de aula. Comunicação & Educação, São Paulo, p.27-35,1995.


VERGUEIRO, Waldomiro. Seleção de materiais de informação: princípios e técnicas. Brasília: Briquet de Lemos, 2010.

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