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Blog que abordará temas pertinentes a disciplina BIB3228 Informação em Mídias Digitais.
25 de dezembro de 2011
11 de dezembro de 2011
Informação na mídia digital
Durante o decorrer deste semestre foram abordados diversos temas referentes às mídias digitais, sua relação com os indivíduos e também a sua importância como fonte de informação. Percebe-se que a informação está interligada numa grande rede e que informação nas mídias digitais participativas e interativas está presente na sociedade. Todas as mídias atualmente estão de certa forma interligadas. A partir deste mote surge a convergência das mídias. Mas primeiramente é necessário definir o que é convergência. Jenkins (2009, p.377)
Palavra que define mudanças tecnológicas, industriais, culturais e sociais no modo como as mídias circulam em nossa cultura.[...] talvez, num conceito mais amplo, a convergência se refira a uma situação em que múltiplos sistemas de mídia coexistem e em que o conteúdo passa por eles fluidamente[. . .]
Já Pellanda (2003, p.8) define convergência como:
A convergência é um processo intrínseco ao conceito de comunicação em rede. Vários interesses convergem na Internet, pessoas encontram outras pessoas com as quais possuem afinidade, empresas se conectam com outras empresas que complementem seus modelos de negócios.
Esta convergência segundo Jenkins (2009) não ocorre por meio de aparelhos, mas dentro do cérebro dos consumidores, pois ninguém sabe tudo, porém cada um sabe um pouco e juntos é possível associar-se dos recursos e unir as habilidades. Daí entra a questão da inteligência coletiva, de Pierre Levy.
Somos todos consumidores e produtores e podemos trabalhar isto em conjunto. A economia vem se modificando em razão da convergência das mídias e em toda a mudança que isso resulta na sociedade.
A convergência das mídias trouxe mudanças para sociedade, pois esta se tornou mais participativa, pois através da tecnologia os indivíduos podem construir sua própria rede e interagir uns com os outros e as mídias digitais se complementam umas as outras. Mesquita (1999) define que convergência das mídias é interação das mídias de forma que a informação esteja disponível a todos e em todos os lugares em suporte digital onde seja possível interagir com a própria informação.
Os blogs, microblogs, web museus, redes sociais, repositórios de vídeos dentre todos os assuntos que foram abordados neste blog fazem parte da chamada cultura da convergência. E a sua utilização pode possibilitar sim a melhor circulação, busca e recuperação da informação, pois possibilitam a construção, interação e a participação desta informação com o uso das tecnologias.
REFERÊNCIAS
JENKINS, Henry. Cultura da Convergência. São Paulo: Aleph, 2009.
MESQUITA, J. A convergência das mídias: do mass ao self media. 1999. Disponível em: < http://www.citi.pt/estudos_multi/joao_mesquita/index.html>. Acesso em: 11 dez. 2011.
PELLANDA, Eduardo Campos. . Convergência de mídias potencializada pela mobilidade e um novo processo de pensamento. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, 26., 2003, Belo Horizonte. Anais... . Belo Horizonte: Intercom, 2003. p. 1 - 11. Disponível em: <http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2003/www/pdf/2003_NP08_pellanda.pdf>. Acesso em: 11 dez. 2011.
7 de dezembro de 2011
Web Museus
Os museus, ao longo dos anos auxiliam na preservação da memória e são ambientes que proporcionam o acesso a cultura e a informação. As Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) trouxeram a possibilidade de encurtar as distâncias e transformar a informação em algo mais próximo de todos, e este fato também influenciou os museus, mais precisamente com o surgimento dos museus virtuais, que podem ser definidos como:
[...]uma coleção logicamente relacionada de objetos digitais compostos de variados suportes que, em função de sua capacidade de proporcionar conectividade e vários pontos de acesso, possibilita-lhe transcender métodos tradicionais de comunicar e interagir com visitantes...; não há lugar ou espaço físico, seus objetos e as informações relacionadas podem ser disseminados em todo o mundo ( ANDREWS; SCHWEIBENZ apud CARVALHO, 2008, p. 84 )
Os web museus possibilitam em apenas 1 clique a visitação de museus presentes do outro lado do mundo, conhecer obras e também novas culturas. Segundo Oliveira (2002, p.140)
Os museus virtuais, sobretudo aqueles criados sem interface da instituição tradicional, deram aval à criação e informação de histórias de qualquer personagem, de objetos artísticos (de artistas renomados e iniciantes) e não-artísticos (de artistas, iniciantes e leigos), poemas e debates, tudo que compõe os acervos digitais, quebrando as barreiras do tempo-espaço, dos horários de visita,da comunidade local, do silêncio e mostrando textos que partem das mais simples pessoas de um lugar qualquer.
A experiência de visitar estes ambientes, que em alguns casos existem apenas virtualmente é riquíssima. Os recursos mais utilizados nos web museus visitados para a realização da atividade proposta foram: tour virtual, zoom das obras, descrição das obras e pesquisa no acervo.
Os museus virtuais apresentam algumas vantagens e desvantagens. As vantagens dos web museus são muitas: é possível ver detalhes que numa visita presencial nem sempre é possível, existe a possibilidade de realizar a visita ao próprio gosto escolhendo quais salas visitar, selecionar as obras de determinado autor. As desvantagens talvez seja não estar presente no local, e não sentir a “vibração cultural” presente no ambiente. Porém, Oliveira (2007, p.150) nos reporta ao fato que “[. . .] esse novo museu, que está no ciberespaço, o virtual, prescinde do espaço físico onde estão as “coisas” que devem ser vistas”.
Oliveira (2002, p. 143 adaptado) compara os três gêneros de museus
| Museus tradicionais | Museus Comunitários | Museus virtuais locais |
| Restrições nos horários | Restrições de horários e nem sempre disponível para o público distante | Sem restrições de horários |
| Coleções particulares, não-fixas quando há exposição itinerante | Coleções de uma comunidade local | Não há coleções particulares, mas histórias e objetos compartilhados por pessoas comuns e famosas |
| Modelos tradicionais de aquisição: compra, troca, comodato, arremate, prospecção | O acervo é basicamente fotográfico e fonográfico, coletado da própria comunidade | Textos e imagens por e-mails ou correios tradicionais. |
Fonte: OLIVEIRA, José Cláudio. Democracia da informação: os museus virtuais totais. Diálogos Possíveis, ano 1, nº 0, jul/dez 2002. p 133-147
Deste comparativo gostaria de destacar a questão os horários, que são uma grande vantagem dos museus virtuais em relação aos museus tradicionais. Como fonte de informação, os museus virtuais são fontes confiáveis e de extrema relevância.
A experiência de visitar museus virtuais possibilitou o melhor entendimento a respeito deste “tipo” de museu e proporcionou subsídios para a aprendizagem.
REFERÊNCIAS
CARVALHO, Rosane Maria Rocha de. Comunicação e informação de museus na internet e o visitante virtual. Revista Eletrônica do Programa de Pós- Graduação em Museologia e Patrimônio PPG – PMUS, v. 1, n.1, p. 83-93, jul/dez, 2008. Disponível em:< http://revistamuseologiaepatrimonio.mast.br/index.php/ppgpmus/article/viewFile/8/4 >. Acesso em: 05 dez. 2011
OLIVEIRA, José Cláudio. Democracia da informação: os museus virtuais totais. Diálogos Possíveis, ano 1, nº 0, p. 133-147, jul/dez 2002.
21 de novembro de 2011
Redes sociais e Comunidades Virtuais
Com o advento da internet a forma de comunicação e socialização entre os indivíduos ganhou novas perspectivas. É possível interagir com pessoas em diversas partes do mundo a partir das redes sociais. Ferreira ( 2011, p.213) define rede social como:
;[. . .] rede social é uma estrutura social composta por indivíduos, organizações, associações, empresas ou outras entidades sociais, designadas por atores, que estão conectadas por um ou vários tipos de relações que podem ser de amizade, familiares, comerciais, sexuais etc. Nessas relações, os atores sociais desencadeiam os movimentos e fluxos sociais, através dos quais partilham crenças,informação, poder, conhecimento, prestígio etc.
As redes sociais são utilizadas para manter ou fazer novas amizades e também como ferramenta para busca de trabalho. Corroborando, Carpes (2011, p. 199) salienta que as “ [. . .] redes sociais surgiram e de certa forma modificaram algumas formas de relacionamento”.
O compartilhamento de informação e a construção de conhecimento também modificaram com o surgimento das redes sociais. No caso das redes de relacionamento, e tomando como exemplo o Facebook, é possível compartilhar informações com milhares de participantes da rede em pouco tempo.
As redes sociais transformaram a comunicação entre empresas e clientes. Os sites de empresas públicas e privadas usualmente disponibilizam ao usuário um link para as páginas das redes sociais, onde o cliente poderá interagir e compartilhar informações.
As redes sociais também servem como ferramenta de compartilhamento entre profissionais, onde estes podem se relacionar entre si, divulgando seu trabalho e também formando novas parcerias de trabalho.
As comunidades virtuais reúnem pessoas com interesses em comum, que interagem entre si. Luvizotto e Vidotti( 2010, p. 81) atenta para o papel das comunidades virtuais:
Para que, de fato, as comunidades virtuais exerçam seu papel, é necessário que as relações de colaboração e cooperação sejam desenvolvidas em ambientes democráticos respeitando a participação de todos, compartilhando valores, crenças e utilizando regras estabelecidas em comum acordo com os membros do grupo.
No ambiente virtual e democrático ficam estabelecidas as comunidades virtuais com as mais variadas temáticas que de certa forma identificam e unem os participantes que compartilham entre si informações de interesse comum. Nas comunidades virtuais a socialização e a cooperação são alguns dos inúmeros benefícios para os participantes.
REFERÊNCIAS
CARPES , Gyance. As redes: evolução, tipos e papel na sociedade contemporânea. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 16, n. 1, p. 199-206, 2011. Disponível em:< http://revista.acbsc.org.br/index.php/racb/article/view/743 >. Acesso em 21 nov. 2011.
FERREIRA, Gonçalo Costa. Redes sociais de informação: uma história e um estudo de caso. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 16, n. 3, p. 208-231, 2011. Disponível em:< http://www.scielo.br/pdf/pci/v16n3/13.pdf >. Acesso em: 21 nov. 2011.
LUVIZOTTO,Caroline Kraus; VIDOTTI, Silvana Aparecida Borsetti Gregório. Redes sociais e comunidades virtuais para a preservação e transmissão das tradições gaúchas na internet. Informação & Sociedade: Estudos, João Pessoa, v. 20, n. 2, p. 77-88, maio/ago. 2010. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/6962>. Acesso em: 21 nov. 2011.
19 de novembro de 2011
E-book
O e-book é um livro em formato eletrônico que pode ser acessado mediante download para o computador (BENICÍO E SILVA, 2005). Esta modalidade de livro eletrônico possibilita facilidades para o usuário principalmente em formas de acesso. A partir da disseminação do livro eletrônico surgiram muitas discussões comparando-o ao livro impresso.
Dziekaniak (2010) reflete a respeito das vantagens e desvantagens do e-book. Como vantagem destaca a possibilidade de busca de palavras-chaves no texto, o acesso a obras raras disponíveis na rede e a possibilidade de venda de apenas um capítulo por parte das editoras. Como desvantagens a principal é quanto a dificuldade de leitura na tela. Bufrem (2009, p.310) também destaca outras desvantagens:
As desvantagens do livro eletrônico, de um modo geral, estão relacionadas à tecnologia a ser dominada, tanto por parte de produtores quanto de consumidores, além do fato de que o livro eletrônico consome mais energia que um livro convencional, pois precisa de eletricidade, de uma linha telefônica e bateria para o caso de utilizar as leitoras portáteis
O fato é que com a presença do livro eletrônico, existe mais uma forma de disponibilizar a informação. Nas bibliotecas, o e-book pode ser acessado diretamente do catálogo da biblioteca. Os bibliotecários precisam pensar nesta modalidade de fonte de informação, adaptar as suas políticas de desenvolvimento de coleções a este tipo de material e valer-se dos livros eletrônicos para atender as necessidades informacionais dos seus usuários.
Além disso, outro viés surge com os e-books: a modificação do mercado editorial. Dziekaniak ( 2010, p. 87-88)
[...] os valores da publicação em formato eletrônico desbancam os valores da publicação impressa. Um editor tradicional, para lançar três mil exemplares, gasta aproximadamente 10 mil reais. No sistema eletrônico a obra é digitalizada uma única vez, ao custo de cerca de 100 reais. Se vender 10 livros ou 10 mil, os custos serão os mesmos. [. . .] Ademais, não existe o risco de encalhe, nem de esgotamento da obra, o que barateia o custo final.
O mercado editorial poderia, portanto publicar muito mais, tendo um custo menor. Todos estes fatos devem ser analisados tanto pelo mercado editorial como pelos consumidores. Os bibliotecários também precisam estar atentos, pois, muitas vezes são os responsáveis em gerir os recursos financeiros, podendo, portanto, ter como alternativa a compra de livros eletrônicos.
REFERÊNCIAS
BENICÍO, Chirstine Dantas; SILVA, Alzira Karla Araújo da. Do livro impresso ao e-book: o paradigma do suporte na biblioteca eletrônica. Biblioonline, Paraíba, v. 1, n.2, p.1-14, 2005.. Disponível em:< http://dci2.ccsa.ufpb.br:8080/jspui/handle/123456789/168 >. Acesso em: 17 nov. 2011
BUFREM, Leilah Santiago; SORRIBAS, Tidra Viana. Práticas de leitura em meio eletrônico. ETD - Educação Temática Digital, Campinas, v. 11, n. 1, p. 298-326, dez. 2009. Disponível em:< http://www.fe.unicamp.br/revista/index.php/etd/article/viewArticle/2038 >. Acesso em: 19 nov. 2011.
DZIEKANIAK, Gisele Vasconcelos. Considerações sobre o e - book:do hipertexto à preservação digital. Biblos - Revista do Instituto de Ciências Humanas e da Informação, Rio Grande, v. 24, n. 2, p. 83-99, 2010. Disponível em:< http://www.seer.furg.br/ojs/index.php/biblos/article/view/1899 >. Acesso em: 19 nov. 2011.
31 de outubro de 2011
Quatro jornais e uma notícia: breve análise de conteúdo das reportagens
A notícia selecionada foi o diagnóstico de câncer recebido pelo ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. Os dois jornais nacionais escolhidos foram a Zero Hora e a Folha.com sendo que os jornais internacionais foram o Clarín e El País.
Os pontos em comum entre os 4 jornais escolhidos foram que o ex-presidente fará tratamento através de quimioterapia e que as chances de cura segundo a equipe médica do Hospital Sírio Libanês são grandes. Os dois jornais nacionais: Zero Hora on-line e Folha .com foram mais sucintos na reportagem referindo-se apenas a notícia do diagnóstico, tratamento e possíveis causas. Já os jornais internacionais aprofundaram o assunto e fizeram um retrospecto histórico de presidentes ou ex-presidentes que foram acometidos pelo câncer.
O jornal El Clarín foi o que apresentou a maior quantidade de informação, inclusive a opinião de outro médico sobre o câncer, além das manifestações que estão ocorrendo em apoio ao ex-presidente através do twitter.
O Jornal Zero hora. com foi o único dentre os analisados que não trouxe na reportagem a informação de que o ex-presidente é ex-fumante e tem o hábito de fumar cigarrilhas, fato que pode ter sido a provável causa do câncer na laringe.
Os diferentes enfoques dados pelos jornais revelam que não podemos apenas consultar ou sugerir uma única fonte, pois podem ser omitidas informações que possam vir a ser importantes para os usuários que nos solicitam. Portanto, mais uma vez, o bibliotecário deve agir como mediador da informação promovendo o seu acesso sem restrição ou influências pessoais.
REFERÊNCIAS
ARIAS, Juan. El expresidente Lula será tratado de um cáncer de laringe según fuentes médicas. El Pais, Madrid, 30 out. 2011. Disponível em:< http://internacional.elpais.com/internacional/2011/10/29/actualidad/1319901376_467742.html >. Acesso em 30 out. 2011
LULA deixa hospital sírio-libanês e segue para São Bernardo. Zero Hora. com, Porto Alegre, 29 out. Disponível em< http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1§ion=Pol%EDtica&newsID=a3544749.htm> Acesso em: 29 out. 2011
A LULA le diagnosticaron cáncer de laringe y el lunes arranca com la quimioterapia. El Clarin, Buenos Aires, 29 out. 2011. Disponível em< http://www.clarin.com/mundo/Lula-internado-San-Pablo-diagnosticaron_0_581342073.html >. Acesso em: 29 out. 2011.
SCHREIBER, Mariana. Lula deixa hospital de SP após diagnóstico de câncer.. Folha. Com. São Paulo, 29 out. 2011. Disponível em:< http://www1.folha.uol.com.br/poder/998959-lula-deixa-hospital-em-sp-apos-diagnostico-de-cancer.shtml >. Acesso em: 29 out. 2011.
25 de outubro de 2011
JORNAIS DIGITAIS
Os canais de informação participam ativamente das transformações e descobertas que acontecem no mundo e são influenciadas significadamente por estas. De tempos em tempos a forma de divulgar as informações se modifica, porém tecnicamente não extingue as já existentes. O jornal impresso, o rádio e a televisão continuam existindo com o surgimento e disseminação da internet e do jornalismo eletrônico que modificou a forma de se fazer jornalismo. Arnt (2002 p.10) afirma que “quanto à função de informação, a internet oferece a exposição de todos os acontecimentos ocorridos no mundo, em tempo real ou no tempo do leitor/navegador”, ou seja, tornou o processo muito mais ágil. Alves (2006 p.95) comenta a diferença entre os meios tradicionais de comunicação e a web:
[. . .]a web oferece um grau de interatividade que também nos era desconhecido. Trata-se de um meio ativo, que requer constante interação com seus usuários, contrastando com a relativa passividade que marca a relação do telespectador, ouvinte ou leitor com os meios tradicionais.
Os jornais impressos estão perdendo mercado para o jornais eletrônicos e um dos grandes motivos é a possibilidade de inserir notícias em tempo real, que se distingue do jornal impresso que necessita de um fechamento de edição, para posterior reprodução e divulgação de notícias. Esta é sem dúvida a principal causa que está levando os grandes jornais a publicarem a versão eletrônica. Esta versão eletrônica na íntegra usualmente não é disponibilizada gratuitamente na internet e sim somente para assinantes, assim como também existem jornais que estão disponíveis exclusivamente em meio eletrônico.
Mielniczuck (2001) exemplifica as três fases do jornalismo eletrônico: a primeira onde não passava da transposição de algumas matérias atualizado a cada 24 horas de acordo com o impresso, na segunda fase ainda que uma cópia on-line do conteúdo impresso eram adicionados os links para outras notícias que ficavam entre duas edições impressas. E finalmente, surgiram os jornais destinados a web.
Quando relacionamos este assunto no âmbito das Ciências da Informação e dos profissionais que atuam nestas áreas, se faz necessário refletir a respeito destas mudanças e de como elas influenciaram no trabalho destes profissionais. No caso do bibliotecário cabe a ele administrar as seguintes questões: devo manter a assinatura impressa concomitante com a eletrônica? Qual formato será mais adequado? Preciso armazenar estas publicações? De que forma? Qual a necessidade dos usuários?
Estas perguntas podem ser respondidas através de um estudo de usuários que apontará quais são os desejos dos usuários associados posteriormente a uma política de desenvolvimento de coleções que determinará como será feita a aquisição deste tipo de material e em qual ou quais formatos. Portanto, fica claro que os profissionais da informação precisam estar atentos e acompanhar o desenvolvimento dos canais de informação, visto que seu principal objeto de trabalho é a informação.
REFERÊNCIAS
ALVES, Rosental Calmon. Jornalismo digital: dez anos de web...e a revolução continua.
Comunicação e Sociedade, [ S.l ] , v.9 – 10 , 2006, p.93 102. Disponível em: <http://revcom.portcom.intercom.org.br/index.php/cs_um/article/viewFile/4751/4465>. Acesso em: 24 out. 2011.
ARNT, Héris. Do jornal impresso ao digital: novas funções comunicacionais. In: Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 25., 2002, Salvador. Anais...São Paulo: Intercom, 2002. Disponível em: <http://galaxy.intercom.org.br:8180/dspace/bitstream/1904/18681/1/2002_NP2ARNT.pdf>. Acesso em: 24 out. 2011.
MIELNICZUK, Luciana.Características e implicações do jornalismo na Web.Disponível em:< http://comunicaufma.webs.com/mielniczuk_caracteristicasimplicacoes.pdf>. Acesso
em: 24 out.2011.
22 de outubro de 2011
Repositórios de vídeos
Os repositórios existem para armazenar digitalmente conteúdos produzidos e podem ser temáticos ou institucionais. Os repositórios visam o gerenciamento e o acesso que pode ser aberto ou não, a determinados objetos digitais, conforme definem Silva, Café e Catapan ( 2010, p.101) :
Um repositório é um sistema de armazenamento de objetos digitais, visando a sua manutenção, a seu gerenciamento e provimento de acesso apropriado. Os repositórios digitais dividem-se em temáticos e institucionais.
No Ensino Superior tem sido utilizado como forma de divulgar e promover a produção acadêmica da instituição e são classificados como repositórios institucionais. Leite (2009, p.21) o define:
[. . .]repositório institucional consiste em um conjunto de serviços que a universidade oferece para os membros da sua comunidade com vistas ao gerenciamento e disseminação do material digital criado pela instituição e pelos seus membros.
Os repositórios institucionais se diferenciam dos repositórios comuns pelas características de armazenar exclusivamente conteúdos produzidos por determinada instituição tem caráter cumulativo e permanente e são de cunho acadêmico e científico. Vargas (2009, p.23) destaca alguns objetivos dos repositórios institucionais:
Os objetivos dos Ris variam conforme o desenvolvimento e as necessidades de cada universidade e devem ser estabelecidos durante o planejamento do repositório. Tais objetivos pretendem capturar os desejos que cada instituição tem ao implantar um repositório. Dentre os objetivos mais comuns estão: aumentar a visibilidade e o prestígio da universidade, aumentar o impacto dos resultados da pesquisa, preservar a produção intelectual da instituição, possibilitar acesso à produção cientifica da universidade.
Os repositórios de vídeo acadêmicos possibilitam o acesso a materiais de conteúdo confiável e relevante podendo ser utilizados como fonte de informação. Dentre estes repositórios estão o Zappiens (http://zappiens.br/portal/visualizarTexto.jsp?midia=quemsomos) que é um projeto experimental criado pela USP, Arquivo Nacional, Rede Nacional de ensino e pesquisa e Fundação para a Computação Cientifica Nacional (Portugal) baseado na iniciativa dos arquivos abertos (OAI), o Pesquisa FAPESP(http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=6037&bd=2&pg=1&lg=) disponibiliza desde 2009 a divulgação de vídeos científicos produzidos pela própria revista e vídeos de universidades e demais instituições de ensino e pesquisa, o Academic Earth (http://academicearth.org/) foi lançado também em 2009 e oferece vídeos de aulas ministradas em diversas universidades abrangendo assuntos multidisciplinares e o Dnatube repositório de vídeos científicos (http://www.dnatube.com/) voltado para área de biologia, química/ bioquímica.
REFERÊNCIAS
LEITE, Fernando César Lima. Como gerenciar e ampliar a visibilidade da informação científica brasileira: repositórios institucionais de acesso aberto. Brasília: IBCT, 2009.
SILVA, Edna Lúcia da; CAFÉ, Lígia; CATAPAN, Araci Hack. Os objetos educacionais, os metadados e os repositórios na sociedade da informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 39, n.3, p. 93 -104, set/dez., 2010.
VARGAS, Graziela Mônaco. Repositórios institucionais em universidades: estudo de relato de casos. 2009, 82 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação), UFRGS. Porto Alegre, 2009. Disponível em: < http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/22714/000740403.pdf?sequence=1>. Acesso em 22 out. 2011.
12 de outubro de 2011
Vídeo
O vídeo é uma fonte de informação que está cada vez mais presente no processo de aprendizagem. Segundo Eggert e Martins (1996): “a imagem é um instrumento de mensagem persuasivo com alto poder de penetração nas diferentes atividades neste final de século”.
O vídeo também pode ser utilizado como entretenimento, treinamentos de colaboradores, registros pessoais e institucionais. A partir da exibição de um vídeo é possível proporcionar ao expectador a construção do conhecimento de maneira ímpar. Moran (1995, p.), exemplifica as características peculiares do vídeo:
O vídeo parte do concreto, do visível, do imediato, próximo, que toca todos os sentidos. Mexe com o corpo, com a pele -nos toca e "tocamos" os outros, estão ao nosso alcance através dos recortes visuais, do close, do som estéreo envolvente. Pelo vídeo sentimos, experienciamos sensorialmente o outro, o mundo, nós mesmos.
Ao assistir a um vídeo cada indivíduo faz a sua própria leitura, apesar do conteúdo ser o mesmo para todos os expectadores. Uma imagem, o som que acompanha uma informação nova, todos estes elementos contribuem para a interpretação única que cada indivíduo faz do que acabou de assistir.
Além disso, o vídeo possibilita o enriquecimento dos acervos e amplia o acesso dos usuários a este tipo de material. Vergueiro (2010, p. 37) exemplifica:
[. . .] algumas áreas dos acervos são enriquecidas pela inclusão me materiais em vídeo. [. . .] gravações de partidas de futebol, em esportes; de peças teatrais ou versões cinematográficas de romances, em literatura; e de apresentações de orquestras ou óperas, na área de música”. Deste modo, o usuário terá ampliado seu acesso a materiais informacionais, complementando sua pesquisa (ou seu lazer) por intermédio de vários meios de comunicação.
Com a internet, o acesso aos vídeos tornou-se mais facilitado, pois a partir de uma simples busca com palavras-chaves já é possível localizar inúmeros vídeos de nosso interesse. Outra facilidade da internet é proporcionar através o compartilhamento destes vídeos através das redes sociais acadêmicas. Sendo assim, o vídeo ocupa um lugar de destaque, como fonte de informação, pois possui qualidades ímpares e pode ser utilizado tanto através do acesso físico quanto no virtual.
REFERÊNCIAS
EGGERT, Gisela; MARTINS, Maria Emília Ganzarolli. Bibliotecário. Quem é? O que faz?, Revista ACB: biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v.1, n.1, p.45-48, 1996. Disponível em: <http://revista.acbsc.org.br/index.php/racb/article/view/310/351>. Acesso em 12 out.2011.
MORAN, José Manuel. O vídeo na sala de aula. Comunicação & Educação, São Paulo, p.27-35,1995.
VERGUEIRO, Waldomiro. Seleção de materiais de informação: princípios e técnicas. Brasília: Briquet de Lemos, 2010.
7 de outubro de 2011
Banco de imagens
Os bancos de imagens disponibilizam milhares de imagens sobre os mais variados assuntos e podem ser pagos ou gratuitos. Estes bancos podem ter o objetivo de prestação de serviço ou para preservar a memória de alguma instituição. Segundo Rodrigues (2011, p. 199)
[ . . .]conceitua-se um banco de imagens não como um simples software ou um simples site de fornecimento de imagens, mas como um serviço técnico de uma instituição, que seleciona, adquire, organiza, armazena e permite a recuperação de imagens fotográficas de acordo com políticas e princípios pré-estabelecidos.
A Universidade Federal do Rio de Janeiro disponibiliza o banco de imagens da Superintendência Geral de Comunicação Social (SGCOMS/UFRJ) que reúne uma amostra do acervo de imagens da instituição. São mais de 50 mil fotos, em papel e arquivos digitais. Rodrigues ( 2011, p.199) identifica seis grandes categorias de bancos:
a) bancos de imagens de bibliotecas;
b) bancos de imagens de instituições de preservação e exposição de imagens;
c) bancos de imagens de jornais;
d) bancos de imagens de revistas;
e) bancos de imagens de agências de imagens;
f) bancos de imagens de agências de notícias e imagens
Nem todas as imagens que são visualizadas nos mecanismos de busca, ou encontradas diretamente nos banco de imagens podem ser utilizadas, pois deve ser respeitada a lei de direito autoral e o copyright. Sabemos que em apenas dois cliques é possível encontrar incontáveis imagens, porém para utilizá-las é necessário conhecer a sua origem.
Freitas (2009, p.56) salienta que nas buscas em bancos de imagem:
[. .]é possível fazer uma pesquisa que ajuda o usuário a restringir suas possibilidades. Geralmente, as fotografias são classificadas pela situação com a qual se relacionam e pelo tipo de sentimento transmitido. Podemos, por exemplo, realizar buscas usando palavras-chave tais como: homens e mulheres de negócios bem sucedidos [. . .]
É imprescindível que seja citada a fonte da imagem, dados sobre o fotógrafo, a fim de dar créditos ao autor e também respeitar a lei. Sobre a utilização de imagens Castaño ( 2001, p.7) afirma
Dentro del grupo de imágenes sujetas a derechos,encontramos dos tipos de éstos. Por un lado tenemos los de propiedad y explotación, que son gestionados por los bancos de imágenes y de los cuales pagan loscorrespondientes royalties a los autores. Por otro, losderechos de imagen (“model release”), que quedanfuera de la competencia de las agencias, aunque es común que ofrezcan su asistencia para la tramitación. Elderecho de imagen, o a la privacidad se refiere al poder de las personas para evitar una no deseada publicidad de su vida privada. Esto explica que pueda ser necesaria una autorización previa cuando una imagen —en la que aparezcan no solamente personas sino también objetos, planos, edificios, etc.— se utilice para fines comerciales. Por el contrario, no existen limitaciones para el uso de la imagen de una persona con un perfil público para usos no comerciales: libros de historia, noticias, etc. Por encima de todo no puede darse
otro uso que el acordado en el contrato, siendo necesario un permiso expreso para su alteración.
Existem também como já mencionado anteriormente, os bancos de imagens gratuitos, sendo que alguns permitem download, com necessidade de cadastro prévio ou não, e em sua maioria as imagens não podem ser utilizadas para fins comerciais. Estes bancos são bastante úteis para ilustrar blogs, trabalhos acadêmicos dentre outros. Sendo assim,os usuários dos bancos de imagens, pagos ou gratuitos devem ficar atentos as regras de uso a fim de evitar a violação da lei de direito autoral.
REFERÊNCIAS:
CASTAÑO, Jesús E. Muñoz. Bancos de imágenes: evaluación y análisis de los mecanismos de recuperación de imágenes. El Profissional de la Información, Barcelona, v. 10, n. 3, p.4-18, 2001.
FREITAS, Gabriela Pereira de. Dos bancos de imagens às comunidades virtuais: configurações da linguagem fotográfica na internet. 2009. 197f. Dissertação (Mestrado) – Universidade de Brasília, Brasília, 2009. Disponível em:< http://hdl.handle.net/10482/4983>. Acesso em 07 out. 2011.
RODRIGUES, Ricardo Crisafulli. Análise e tematização da imagem fotográfica:determinação, delimitação e direcionamento dos discursos da imagem fotográfica. 2011. 323 f. Tese (Doutorado) - Universidade de Brasília, Brasília, 2011. Disponível em: <http://hdl.handle.net/10482/9228>. Acesso em: 07 out. 2011.
18 de setembro de 2011
Fotografia
A primeira fotografia surgiu em 1826 e desde estão está presente na sociedade representando um importante papel: registrar momentos. A maneira de registrar foi se modificando: câmara escura (precursora da fotografia), fotos preto e branco, fotos coloridas e as fotos digitais. A partir do registro de uma imagem é possível conhecer as características temporais de cada época, como: tipos de vestimenta, arquitetura ou até mesmo comportamentos.
Cabe ressaltar que a imagem só existe devido à participação de um fotógrafo, e o olhar que este profissional tem sob a imagem é que definirá o enfoque da fotografia:
No momento da leitura da imagem para utilizá-la como fonte de informação é importante estar atento ao olhar do fotógrafo, pois ele terá influência direta na mensagem que será transmitida pela fotografia. Independente do caráter documental da fotografia, o fotógrafo age como um filtro cultural.(BRIGIDI, 2009, p.18)
Nem sempre uma imagem revela o que realmente estava acontecendo naquele momento, ou local, pois é possível registrar uma imagem por diferentes ângulos, tornando cada um destes registros únicos. Além é claro, do risco das edições e manipulações a que as imagens estão sujeitas, conforme ressalta Oliveira:
Sempre é bom lembrar que o material fotografado, quando utilizado numa publicação, passa por mais uma edição, feita pelo editor de fotografia, que selecionará as imagens que julgar em maior sintonia coma linha editorial do veículo.(OLIVEIRA, 2006, p.6)
A fotografia como documento e fonte de informação permite a visualização de imagens que podem trazer consigo momentos únicos e históricos, que muitas vezes são impossíveis de descrever em palavras. O acesso as informações contidas numa fotografia exigem do profissional da informação:
[. . .] compreender que o documento fotográfico tem uma natureza diferenciada, devido a sua linguagem não-textual, e requer uma leitura e interpretação para posterior consulta e recuperação da informação [. . .].( SILVA, [200-], p.5)
Assim sendo, a fotografia pode ser considerada uma excelente fonte de informação desde que sejam observadas suas peculiaridades, e o seu melhor aproveitamento está relacionado ao processo de interpretação e leitura adequado de seu conteúdo, para que assim as informações possam ser recuperadas pelos pesquisadores que necessitarem.
REFERÊNCIAS
BRIGIDI, Fabiana Hennies. Fotografia: uma fonte de informação. 2009. 73 f. Trabalho de Conclusão (Graduação) - Curso de Biblioteconomia, Ufrgs, Porto Alegre, 2009. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/18712>. Acesso em: 18 set. 2011.
OLIVEIRA, Erivam Morais de. Da fotografia analógica à ascensão da fotografia digital. 2006. Disponível em: <http://moodleinstitucional.ufrgs.br/mod/resource/view.php?id=101592>. Acesso em: 18 set. 2011.
SILVA, Rosi Cristina da. O profissional da informação como mediador entre o documento e o usuário: a experiência do acervo fotográfico da fundação Joaquim Nabuco. [ 200-] .Disponível em: < http://moodleinstitucional.ufrgs.br/mod/resource/view.php?id=186744>. Acesso em 18 set. 2011.
8 de setembro de 2011
Microblogs: poucos caracteres, muita rapidez!
Os microblogs são uma forma de trocar informações de maneira rápida e objetiva. Segundo Cardozo (2009 p.30) “O Twitter é um microblog, uma ferramenta que permite atualizações rápidas e curtas e, se possível, a partir de uma multiplicidade de suportes diferentes.” Esta ferramenta permite em cada postagem que o usuário transmita sua informação em no máximo 140 caracteres, particularidade permite simplificar a comunicação entre as pessoas. Porém, Rufino (2009 p.11) informa que “[. . .] é possível inserir links de sites com as notícias na íntegra, caso o link para o site seja muito extenso [. . . ] há ferramentas disponíveis na internet para a redução de links”, isto possibilita que através do post de 140 caracteres ou até menos remeta a uma informação de qualquer quantidade de caracteres.
A rapidez dos microblogs pode ser muito bem utilizada nos ambientes de informação, ainda mais que a sua utilização ficaria baseada na 4ª Lei de Biblioteconomia criada pelo bibliotecário indiano Ranganathan: poupe o tempo do leitor. Nos ambientes informacionais, o uso dos microblogs permite a divulgação de eventos, serviços, novas aquisições e outras informações que poderão ser uteis aos seus usuários.
Algumas bibliotecas já aderiram aos microblogs e os utilizam para trocar informações com seus usuários, destaco: o twitter da Biblioteca Central da PUC/RS, @BibliotecaPUCRS, tem cerca de 1.392 seguidores e divulga bases de dados da biblioteca, novos títulos de periódicos além de curiosidades literárias. Já a Biblioteca Central da UFRGS, @BC_UFRGS tem 83 seguidores e não há postagens recentes. A biblioteca do Centro Universitário Ritter dos Reis também está presente no twitter, @bibUniRitter tem 299 seguidores e divulga informações sobre novas aquisições, notícias, trabalhos de alunos e as postagens são atualizadas.
Portanto, pode-se concluir que os microblogs, quando bem utilizados, são ferramentas essenciais nos ambientes de informação como forma de divulgação de informações rápidas e objetivas.
Referências:
CARDOZO, Missila Loures. Twitter: microblog e rede social.Caderno.com, São Caetano do Sul, v. 4, n. 2, p.24-38, 2009. Disponível em: <http://repositorio.uscs.edu.br/handle/123456789/114>. Acesso em: 08 set. 2011.
RUFINO, Artiane F.; OHANA, Andrezza; TABOSA, Hamilton. Twitter: a transformação na comunicação e no acesso às informações. In: XI CONGRESSO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO NA REGIÃO NORDESTE, 11., 2009, Teresina. Anais... . Teresina: Intercom, 2009. p. 1 - 14. Disponível em: <http://www.intercom.org.br/papers/regionais/nordeste2009/resumos/R15-0542-1.pdf>. Acesso em: 08 set. 2011.
Fontes consultadas:
ARGINO, Maria das Graças. Ranganathan continua em cena. Ci. Inf., Brasília, v. 39, n. 1, Apr. 2010 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-19652010000100008&lng=en&nrm=iso>. Acesso em 08 Set. 2011.
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